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Arquivo mensal: maio 2010

Projeto Natal passaria a se chamar XBox Wave

Xbox Wave. É bom começar a se acostumar com este nome. De acordo com o site NowGamer, é dessa forma que a Microsoft vai batizar oficialmente seu novo produto – o antigo Projeto Natal. O anúncio seria feito no dia 15 de junho, durante a E3 – Electronic Entertainment Expo, nos Estados Unidos.

Ainda de acordo com o site, o nome vem do fato dos usuários ficarem movendo (em inglês, “waving”) os braços no ar para comandar o que se vê na tela. Mas um outro portal, o Made2Game, contestou o “furo” do NowGamer. Eles afirmam que a Microsoft já utiliza este nome para outro projeto. O Natal, inclusive, é citado por lá.

Outro boato recente diz respeito à data de lançamento do Natal (26 de outubro) e ao preço do produto, que seria vendido a 150 dólares nos Estados Unidos. E você, faz ideia de quanto ele custaria aqui no Brasil?

Fonte: Olhar Digital

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Publicado por em maio 30, 2010 em Novidades

 

Voltamos a programação normal

Dizem que reclamar, gritar ou até mesmo somente falar não adianta nada. Que quando o mundo “é assim mesmo”, então deixa para lá e segue como deve ser.

Bem, não é bem assim. Esta semana tivemos o problema, pequeno, mas que se tornou grande. Um problema de reclamação de um ou dois alunos que quase bagunçou a vida de tantos.

Algumas pessoas não percebem, ou não querem ver, que toda atitude que tomamos, repercute na vida de alguém.

Mas não vamos filosofar. O importante é que a reclamação de uma sala inteira, e de muitos outros alunos foi o bastante para retornarmos nossa programação normal de aulas, com a saída no próximo final de semana para o Museu do Computador e a continuidade do blog para os alunos.

É isso aí! Que isto sirva de lição para todos. Se nos calamos, jamais saberemos se existe alguém para nos escutarmos do outro lado da ponte, ou se existe alguém na outra estrada. E assim seguimos.

 
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Publicado por em maio 29, 2010 em Aulas

 

A Mitologia de Star Wars

Que Star Wars é um fenômeno do cinema todo mundo já sabe. Que Star Wars cativou os corações e mentes de todo o planeta também. O que pouca gente sabe é que os mais importantes fatores de todo este sucesso são justamente os que transcendem os efeitos especiais ou a ficção científica que cercam a saga e que são na verdade o coração de sua história: seus conceitos mitológicos. Antes de mais nada, é preciso ter em mente que o termo “mitologia”, no caso de Star Wars, não trata apenas das lendas nascidas das culturas grega e romana, mas se expande para diversas outras culturas, indo desde as lendas arturianas até o folclore nórdico e valendo-se até mesmo de referências históricas, religiosas e do próprio cinema para compor a trama central que permeia esta que é a mais impressionante saga da história do cinema.
Pois bem, quando se fala em Star Wars na maioria dos casos a primeira imagem que vem à mente da maioria é a daquele que para alguns é o maior vilão da história do cinema: Darth Vader. A personalidade de Vader foi criada, dentre outras referências, também com base na lenda grega de Cronos e Zeus. Segundo esta lenda, Cronos era um Deus que tinha muito medo de que seu poder pudesse um dia ser usurpado. Assim, para evitar que isso acontecesse, ele tinha o (digamos, péssimo) hábito de comer todos os seus filhos, justamente para garantir a perpetuação de seu reinado.

Zeus, seu fi lho, foi escondido de Cronos logo após nascer, e mais tarde viria exatamente a tomar o lugar de Cronos, tornando-se o Deus-Sol do panteão grego.

Esta relação Cronos-Zeus se justifi ca não só no aspecto mau de Vader como também no aspecto de “herói oculto” do personagem Luke Skywalker, que (como se verá em “Episódio III: A Vingança dos Sith”) foi escondido de Vader para que mais tarde se tornasse o “redentor” de seu pai…
Aliás, essa história de “redenção” entre pai e filho foi indicada pelo próprio Lucas durante uma entrevista feita com ele e Joseph Campbell, exibida em 2000 durante a “Maratona Star Wars”, pelo Telecine. Nesta entrevista, Lucas fala que os pais esperam, de uma certa forma, que seus filhos os redimam por seus desacertos, o que se observa não só nas relações entre pais e fi lhos através da história, como também nas relações contemporâneas. Esta redenção fica clara em “O Retorno de Jedi”, principalmente quando Vader diz a Luke que este já o havia salvo, mesmo estando ele à beira da morte. Uma outra referência mitológica pode ser vista em “Episódio IV – Uma Nova Esperança”, quando a princesa Leia oferece a Luke, Han e Chewbacca uma chance de obter uma recompensa caso a levassem até a base rebelde.

Trata-se de uma releitura do conto mitológico “Jasão e Os Argonautas”, onde a busca dos heróis é o chamado “Velo de Ouro”, um carneiro dourado que na verdade é a representação da constelação de Áries…

Além deste, podemos ver também uma recriação da lenda de Orfeu e Eurídice, onde Orfeu decide, com o consentimento do Deus Hades, descer até as profundezas do inferno para resgatar sua amada Eurídice. Entretanto, ao resgatá-la Orfeu deveria conduzi-la até a superfície na frente de seu amor, e sem jamais olhar para trás. Quase chegando na superfície, porém, tomado de afl ição por ouvir os constantes suplícios de Eurídice ele resolve olhar para trás, e neste momento ela se transforma numa estátua. Uma metáfora desta lenda se torna clara entre os Episódios I e II de Star Wars, onde ao retornar para Tatooine o jovem Anakin Skywalker dá vazão, pela primeira vez, a toda a sua fúria cega, deixando aberto o caminho para o lado negro da Força… (nota: a própria referência ao termo “não olhe para trás” pode ser vistos em pôsteres lançados pela Lucasfilm…)

Outro conto mitológico está na própria Estrela da Morte, a qual guarda correlação com antigas representações gráfi cas do Labirinto de Creta. O Labirinto era um símbolo do desconhecido, um local onde os guerreiros que lá se aventuravam jamais retornavam, tornando-se portanto um sinônimo de morte.

A Estrela da Morte se reveste desta mesma aura mitológica, por seu caráter de entidade desconhecida e por ser também uma representação da própria destruição.
Entretanto, talvez a mais forte infl uência mitológica em Star Wars não venha nem da Grécia antiga nem dos Romanos, mas sim das Lendas Arturianas. A origem destas histórias não são precisas (já que existem referência aos bretãos, aos gaélicos e até mesmo aos celtas nestas lendas), mas a força de suas narrativas causaram tamanho impacto no imaginário popular da Grã-Bretanha que a tradição oral ou escrita se incumiram de perpetuar os “Contos de Arthur” até o presente.
Duas são as mais importantes referências arturianas vistas em Star Wars. A primeira trata da relação entre Luke Skywalker e o velho Obi-Wan Kenobi, que é um refl exo da relação que temos entre o jovem Arthur e o mago Merlin. Nas Lendas Arturianas, Merlin foi o responsável pela iniciação do Rei Arthur, guiando-o pelo início de seu “caminho do herói”, o que ocorre de maneira quase idêntica entre Obi-Wan e Luke. O sacrifício dos mentores também se dá de forma bastante parecida, sendo que em ambas as histórias estes abrem mão de suas próprias existências, deixando que os heróis tomem o destino de suas vidas em suas próprias mãos de modo que eles possam se tornar, por si sós, os heróis a que estão fadados a ser.
A segunda é a simbologia da própria espada. Tanto nos contos da Távola Redonda como em Star Wars, os heróis atribuem a suas espadas um caráter de honradez, altruísmo e reverência, o que faz com que a ostentação de uma espada seja um símbolo de força e dignidade. O mesmo conceito se vê nos Cavaleiros Jedi de Star Wars, os quais portam seus sabres-de luz por serem os (segundo as palavras do próprio Obi-Wan) “guardiães da paz e da justiça na galáxia”. A associação entre espada e heroísmo é tamanha, que George Lucas inclusive aproveitou este simbolismo para ilustrar o primeiro pôster promocional de Star Wars de todos os tempos: a clássica figura de Luke empunhando para o alto seu sabre-de-luz, a qual foi repetida na capa do Box dos DVDs da Trilogia Clássica recentemente lançados. Mas e a tal da “Força”?
Como ela foi criada? Para uma análise deste conceito que ultrapassa os conceitos meramente míticos, é preciso analisar as diversas religiões existentes atualmente, já que a própria Força era vista no fi lme como uma religião.
O próprio Lucas declarou sua opinião de que é necessário que as pessoas tenham alguma religião, como um instrumento para recuperar forças e obter algum norte para suas vidas. Assim, exteriorizou este desejo com a criação de um conceito que segundo Francis Ford Coppola seria “uma nova religião”: a Força. Este conceito não foi criado 21 com a finalidade específi ca de se formar uma nova religião (tanto que em Episódio I foram criados os tais midi-chlorians, para desmistifi car um pouco deste conceito religioso), mas sim para mostrar às pessoas que acreditar em algo que ultrapassa nossas percepções físicas é importante para ganharmos fé e esperança no dia-a-dia.
A Força foi criada principalmente com referências advindas do Budismo, principalmente de suas escolas tibetana (representadas principalmente no ato de meditar) e japonesa (vistas nos atos da concentração e em sua associação com a arte da esgrima japonesa, a qual serve de base para os combates de sabre de-luz vistos na saga). Além disso, diversas referências à igreja católica podem ser encontradas no fi lme, como por exemplo o mistério da concepção (já que, conforme vemos em Episódio I, a mãe de Anakin Skywalker não soube dizer de que maneira seu fi lho fora concebido) e a tentação do demônio a Cristo (visto no chamado feito pelo Imperador a Luke para que este se junte ao Lado Negro da Força, em “O Retorno de Jedi”).
Além das religiões, diversos conceitos filosóficos e psicolócos foram utilizados na saga. No campo da filosofia, uma das várias citações vistas nos filmes pode ser vista na lição de “falta de fé” trazida por Kierkegaard, onde a hesitação fatalmente se transforma na causa da derrota. Como prova deste conceito, temos que é justamente a fé inabalável de Luke em sua própria capacidade de vencer os obstáculos a responsável pelo triunfo do herói contra o império.

Os conceitos psicológicos utilizados por Lucas, por seu lado, trataram de ser utilizados de forma individualizada, ou seja, diversas facetas da personalidade humana foram exteriorizados em cada um dos personagens centrais da trama.
Assim, temos desde a virtude mais pura (representada por Luke), até o instinto animal (como vemos em Chewbacca), passando pelo lado humorístico (de 3PO e R2), e tratando até do movimento da liberação feminina que atravessava a década de 70, a qual é personificada pela imponente e “guerreira” princesa Leia.

Neste contexto, um personagem merece especial análise: o anti-herói Han Solo. Apesar de ser um dos “mocinhos” do fi lme, ele não se preocupa com a bondade existente em suas ações, e sim com seu próprio ego e com seus interesses.
Um exemplo clássico de antiherói(ina) é a feiticeira Medéa, que tinha por objetivo vingar-se do homem que amava e que a abandonara por outra mulher. Também Loki, o Deus Nórdico, é outro exemplo de anti-herói, o qual na verdade é um tanto diferente do Loki dos quadrinhos, diga-se de passagem. Os anti-heróis têm como característica principal contradizer e questionar os valores morais socialmente usuais, e Han Solo certamente cumpre muito bem esta função na trama de Star Wars.
Finalmente, devem ser mencionadas todas as referências históricas existentes na saga, dentre as quais podemos citar o Japão medieval, a Primeira e Segunda Guerra Mundiais, costumes tribais da África Colonial, sistemas políticos europeus, etc.
Como podemos ver, Star Wars é mesmo muito mais um simples grupo de filmes de ficção ou mesmo um fenômeno do entretenimento. Star Wars representa uma coleção de diversos elementos da “essência humana”, suas histórias, suas estórias, suas emoções, e tudo isso não poderia ter tido outro resultado: cativar os corações e mentes de milhões e milhões de pessoas por todo o mundo…
 
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Publicado por em maio 28, 2010 em Curiosidades

 

Casa mal-assombrada de Amityville está à venda

Os fãs dos filmes de terror que têm disponível US$ 1,15 milhão (ou cerca de R$ 2,5 milhões) têm a chance de adquirir uma famosa e mal-assombrada residência americana.

Construída no estilo holandês colonial, com cinco quartos e até lugar para guardar barcos, a mansão de Nova York deu origem ao livro e à série de filmes “Horror em Amityville”.
A casa está localizada na avenida Ocean, número 108, no bairro de Amityville. No mesmo lugar, em 13 de novembro de 1974, os pais e quatro filhos da família DeFeo foram assassinados enquanto dormiam. Ronald DeFeo, filho mais velho, ligou para a polícia para contar sobre o crime. Mais tarde, confessou os assassinatos. Ele disse ter ouvido “vozes” dentro da casa que o incentivaram a matar sua família com um rifle.

Um ano depois, George e Kathy Lutz se mudaram para a casa com três filhos. Pagaram US$ 115 mil pelo imóvel, ou cerca de R$ 250 mil. Eles sabiam do histórico da casa, mas não se importaram. No entanto, fenômenos aterrorizantes fizeram com que eles saíssem de lá 28 dias depois.

Toda a família ouvia vozes e tinha visões. O pai, George, acordava todos os dias às 3h15, no horário em que começaram os crimes. Sua mulher, Kathy, tinha pesadelos com a cena dos assassinatos. Ela sabia a ordem em que todos foram mortos. Os filhos do casal passaram a dormir sobre a barriga dos pais – mesma posição em que as crianças dos DeFeo foram encontradas mortas.

Certo dia no porão, Kathy encontrou uma sala secreta pintada de vermelho deixada de fora da planta do imóvel. Nem o cachorro da família entrava no lugar. Outra noite, o casal viu a imagem de um demônio se formar e queimar no ar ao acender a lareira. Na mesma época, um dos filhos falava sobre um amigo invisível de olhos vermelhos.

Em 1977, o casal Barbara e James Cromarty comprou o imóvel e mudou o número de 112 para o atual. Eles viveram no local por mais de dez anos sem que nada tivesse acontecido.

No entanto, as experiências vividas dentro da casa pelos Lutz foram contadas para o escritor Jay Anson, que publicou o livro “Horror em Amityville”, em 1977. A publicação foi adaptada para o cinema em 1978 e em 2005.

Clique aqui e veja o anúncio.

 
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Publicado por em maio 28, 2010 em Curiosidades, Novidades

 

ATENÇÃO: Cancelamento do uso do blog

Bem turma! Foi bom enquanto durou. Infelizmente, peço desculpas por ter perdido meu tempo e o de vocês com esta ferramenta para tentar melhorar as aulas e o dinamismo. Como alguns alunos reclamaram sobre esta utilização assim como dos vídeos – que são totalmente fora do contexto das aulas e não representam melhorias -, seguiremos somente com as aulas normais. Sou um profissional contratado e não vou ficar tomando advertências verbais por causa de um ou dois alunos que reclamam. Como sempre teremos um ou dois que reclamam e mandam mais do que o restante, só me resta acatar a estes. O provérbio “o bem da maioria sobrepõe a da minoria, ou a apenas a de um” não é válido. Pensei que poderia melhorar o lado profissional e humano de cada um, mas isto é errado. O correto é seguir somente com as aulas e pronto. Os alunos que quiserem algo a mais sobre profissões e novas tecnologias, modo de trabalho e outras informações adicionais, por favor, continuem por si. Aproveitando. Como das outras vezes também tive reclamações de alguns alunos sobre levarem vocês a locais como Estação Ciência ou Palestras para tentar melhorar o conhecimento e trazer o aluno para mais próximo da escola, o passeio que estávamos marcando para o Museu do Computador está CANCELADO. Caso algum aluno deseje ir, procure no site. As outras dicas de passeios para TI e Hardware, também estão CANCELADAS. Novamente, o aluno que quiser mais informações, busque-as.

Abaixo deixo um texto sobre a “inutilidade” desta ferramenta de trabalho chamado blog.

Ah, e por favor, o trabalho deve ser entregue impresso sobre Dinheiro vs Dinheiro de Papel. Não será mais aceito nenhum trabalho via e-mail, pen-drive ou qualquer outro tipo de mídia. Somente IMPRESSO.

Sete motivos para um professor criar um blog

A intenção é trazer para cá algumas das idéias
que a gente vê perdidas pelo mundo — real ou virtual

(Blog de Nelson Vasconcelos)

Nesse mundo da tecnologia, inventam-se tantas novidades que realmente é difícil acompanhar todas as possibilidades de trabalho que elas abrem para um professor. Recentemente, surgiu mais uma: o blog.Mas o que vem a ser isso? Trata-se de um site cujo dono usa para fazer registros diários, que podem ser comentados por pessoas em geral ou grupos específicos que utilizam a Internet. Em comparação com um site comum, oferece muito mais possibilidades de interação, pois cada post (texto publicado) pode ser comentado. Comparando-se com um fórum, a discussão, no blog, fica mais centrada nos tópicos sugeridos por quem gerencia a página e, nele, é visualmente mais fácil ir incluindo novos temas de discussão com freqüência para serem comentados.

Esse gênero foi rapidamente assimilado por jovens e adultos do mundo inteiro, em versões pessoais ou profissionais. A novidade é tão recente; e o sucesso, tamanho, que em seis anos, desde o início de sua existência, em 1999, o buscador Google passou a indicar 114 milhões de referências quando se solicita a pesquisa pelo termo “blog”, e, só no Brasil, aparecem 835 mil resultados hoje. No mundo acadêmico, por sua vez, esse conceito ainda é praticamente desconhecido. O banco de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) não apresenta nenhuma referência sobre o tema e, mesmo em buscas internacionais, são pouquíssimos os trabalhos a respeito do que se pode fazer com um blog nas escolas. Todas as referências encontradas estão no pé deste artigo.

Não é à toa que tantos jovens e adultos começaram a se divertir publicando suas reflexões e sua rotina e que tantos profissionais, como jornalistas e professores, começaram a entrar em contato com seu público e seus alunos usando esse meio de comunicação. No blog, tudo acontece de uma maneira bastante intuitiva; e não é porque a academia ainda não disse ao professor que ele pode usar um blog que essa forma de comunicação deve ser deixada de lado. Com esse recurso, o educador tem um enorme espaço para explorar uma nova maneira de se comunicar com seus alunos. Vejamos sete motivos pelos quais um professor deveria, de fato, criar um blog.

1-     É divertido

É sempre necessário termos um motivo genuíno para fazer algo e, realmente, não há nada que legitime mais uma atividade que o fato de ela ser divertida. Um blog é criado assim: pensou, escreveu. E depois os outros comentam. Rapidamente, o professor vira autor e, ainda por cima, tem o privilégio de ver a reação de seus leitores. Como os blogs costumam ter uma linguagem bem cotidiana, bem gostosa de escrever e de ler, não há compromisso nem necessidade de textos longos, apesar de eles não serem proibidos. Como também é possível inserir imagens nos blogs, o educador tem uma excelente oportunidade de explorar essa linguagem tão atraente para qualquer leitor, o que aumenta ainda mais a diversão. O professor, como qualquer “blogueiro”, rapidamente descobrirá a magia da repercussão de suas palavras digitais e das imagens selecionadas (ou criadas). É possível até que fique “viciado” em fazer posts e ler comentários. 

2-     Aproxima professor e alunos

Com o hábito de escrever e ter seu texto lido e comentado, não é preciso dizer que se cria um excelente canal de comunicação com os alunos, tantas vezes tão distantes. Além de trocar idéias com a turma, o que é um hábito extremamente saudável para a formação dos estudantes, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio de seus blogs. Já pensou se eles puderem se comunicar com o seu professor dessa maneira? O professor “blogueiro” certamente se torna um ser mais próximo deles. Talvez, digital, o professor pareça até mais humano.

3-     Permite refletir sobre suas colocações

O aspecto mais saudável do blog, e talvez o mais encantador, é que os posts sempre podem ser comentados. Com isso, o professor, como qualquer “blogueiro”, tem inúmeras oportunidades de refletir sobre as suas colocações, o que só lhe trará crescimento pessoal e profissional. A primeira reação de quem passou a vida acreditando que diários devem ser trancados com cadeado, ao compreender o que é um blog, deve ser de horror: “O quê? Diários agora são públicos?”. Mas pensemos por outro lado: que oportunidade maravilhosa poder descobrir o que os outros acham do que dizemos e perceber se as pessoas compreendem o que escrevemos do mesmo modo que nós! Desse modo, podemos refinar o discurso, descobrir o que causa polêmica e o que precisa ser mais bem explicado ao leitor. O professor “blogueiro” certamente começa a refletir mais sobre suas próprias opiniões, o que é uma das práticas mais desejáveis para um mestre em tempos em que se acredita que a construção do conhecimento se dá pelo diálogo.

4-     Liga o professor ao mundo

Conectado à modernidade tecnológica e a uma nova maneira de se comunicar com os alunos, o educador também vai acabar conectando-se ainda mais ao mundo em que vive. Isso ocorre concretamente nos blogs por meio dos links (que significam “elos”, em inglês) que ele é convidado a inserir em seu espaço.  Os blogs mais modernos reservam espaços para links, e logo o professor “blogueiro” acabará por dar algumas sugestões ali. Ao indicar um link, o professor se conecta ao mundo, pois muito provavelmente deve ter feito uma ou várias pesquisas para descobrir o que lhe interessava. Com essa prática, acaba descobrindo uma novidade ou outra e tornando-se uma pessoa ainda mais interessante. Além disso, o blog será um instrumento para conectar o leitor a fontes de consulta provavelmente interessantes. E assim estamos todos conectados: professor, seus colegas, alunos e mundo.

5- Amplia a aula

Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Aquilo que não foi debatido nos 45 minutos que ele tinha reservados para si na escola pode ser explorado com maior profundidade em outro tempo e espaço. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Mesmo que não caia na prova.

6-     Permite trocar experiências com colegas

Com um recurso tão divertido em mãos, também é possível que os colegas professores entrem nos blogs uns dos outros. Essa troca de experiências e de reflexões certamente será muito rica. Em um ambiente onde a comunicação entre pares é tão entrecortada e limitada pela disponibilidade de tempo, até professores de turnos, unidades e mesmo escolas diferentes poderão aprender uns com os outros. E tudo isso, muitas vezes, sem a pressão de estarem ali por obrigação. (É claro que os blogs mais divertidos serão os mais visitados. E não precisamos confundir diversão com falta de seriedade profissional.)

7-     Torna o trabalho visível

Por fim, para quem gosta de um pouco de publicidade, nada mais interessante que saber que tudo o que é publicado (até mesmo os comentários) no blog fica disponível para quem quiser ver. O professor que possui um blog tem mais possibilidade de ser visto, comentado e conhecido por seu trabalho e suas reflexões. Por que não experimentar a fama pelo menos por algum tempo?

 
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Publicado por em maio 27, 2010 em Aulas

 

Erramos o alvo”, diz Zuckerberg sobre privacidade no Facebook

Cada vez mais pressionado devido às políticas de privacidade, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, publicou uma carta aberta nesta segunda-feira (24) no jornal “Washington Post” (cujo executivo-chefe, Donald E. Graham, acaba de ingressar no corpo diretor do site de relacionamentos).

No documento, Zuckerberg diz que o Facebook não havia “acertado o alvo” no que se refere aos complexos controles de privacidade, e que a rede está “crescendo rapidamente”. O dono do Facebook admitiu ainda que “algumas vezes, passamos muito rápido [pelo crescimento]“.

“Muitos de vocês consideravam que nossos controles [de privacidade] eram complexos”, diz a carta. “Nossa intenção era dar os controles a vocês de forma granular.”

“Mas isso pode ter sido o que muitos não queriam. Nós acabamos errando o alvo.”

Ainda assim, Zuckerberg não anunciou novos moldes de privacidade na carta aberta.

“Nas próximas semanas, iremos adicionar controles de privacidade que são muito mais simples de usar. Vamos também dar [aos usuários] uma maneira fácil de desativar todos os serviços de terceiros”, disse Zuckerberg.

Usuários do site social estão combinando um “suicídio virtual” em massa no próximo dia 31 de maio. A rede social é a maior do mundo, com mais de 400 milhões de usuários.

Lacunas na privacidade

Na semana passada, o Facebook se viu em mais um capítulo do imbróglio acerca da privacidade. O diário norte-americano “The Wall Street Journal” informou que outras redes sociais têm enviado dados para companhias de publicidade com os quais é possível localizar nomes de consumidores e outros detalhes pessoais –o que contraria as promessas de que os sites não compartilham informações sem consentimento.

Antes, uma suposta conversa entre o executivo-chefe do Facebook, Marc Zuckerberg, e um amigo vazou na internet, e revela uma postura displicente do executivo em relação à privacidade.

Foi o mesmo site que publicou um longo dossiê em março, no qual uma extensa reportagem investigativa aponta que, em pelo menos uma ocasião no ano de 2004, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, teria invadido contas de membros do Facebook a fim de ler suas mensagens privadas e e-mails, algo que, “na melhor das hipóteses, [é] um grave desvio de informações confidenciais”.

As investigações do Sillicon Alley Insider apontam ainda que Mark invadiu sistemas de uma empresa concorrente para roubar informações que melhorassem o Facebook.

Outra menção feita na reportagem é ao brasileiro Eduardo Saverin, que iniciou o site como sócio –pagando os servidores do site– e “confidente” de Zuckerberg. O site reproduz uma mensagem em que Zuckerberg, momentos antes de lançar o Facebook, recebe um convite para desenvolver um trabalho para uma rede chamada HarvardConnection.

Segundo o site, Zuckerberg teria retardado o processo e iniciado o Facebook –até hoje, Zuckerberg tem um processo de plágio aberto pelos donos da HarvardConnection, que fizeram a acusação apenas seis dias após o lançamento daquela que vem a ser a maior rede social do mundo.

A reportagem afirma ainda que Mark também teria invadido contas de e-mail de editores do jornal universitário de Harvard, o “Crimson”, por intermédio de senhas erradas digitadas no Facebook. A invasão ocorreu porque o jornal teria decidido publicar a história do HarvardConnection.

A maior rede social do mundo tem mais de 400 milhões de usuários no mundo.

Roubos e trapaças?

Inicialmente lançado em Harvard, o Facebook logo angariou grande popularidade –a ponto de não ter que se preocupar com a concorrência de outra rede ali lançada, a já extinta ConnectU, cujos fundadores acusam Zuckerberg de ter roubado suas ideias.

Entretanto, o site define Zuckerberg como “obcecado” pelo ConnectU, a ponto de ter invadido a rede social e feito modificações em perfis de usuários –incluindo o perfil de um dos donos do site. Aparentemente, a falha explorada referia-se a uma verificação de conta com o uso de um e-mail falso.

Zuckerberg teria, então, modificado configurações de privacidade para invisível nas contas de alguns usuários do site –a ideia, aparentemente, era tornar mais difícil o encontro de amigos no ConnectU, reduzindo, desta forma, a sua utilidade.

“Mark parece ter ido um pouco mais longe, com a desativação completa de cerca de 20 contas ConnectU”, diz o Sillicon Alley Insider. “Mark parecia estar preocupado com o risco de suas ações, mas deduziu que os desenvolvedores ConnectU não notariam uma sucessão de desativações de conta provenientes do mesmo endereço IP.”

Não está claro, entretanto, como Zuckerberg teve acesso a estas contas e, ao que tudo indica, ele manteve acesso aos servidores do ConnectU por um tempo.

À época da denúncia, questionado, o Facebook respondeu que “não vai debater com litigantes insatisfeitos e fontes anônimas que tentam reescrever a história inicial do Facebook, de Mark Zuckerberg ou constranger com alegações datadas. O fato inquestionável é que, desde que saiu de Harvard para o Vale do Silício há quase seis anos, Mark levou o crescimento do Facebook para um serviço global que desempenha um papel importante na vida de mais de 400 milhões de pessoas.”

Fonte: Blog da Luciana

 
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Publicado por em maio 25, 2010 em Novidades

 

Dia do orgulho NERD!!

Parabéns! Hoje é o nosso dia!

O Dia do Orgulho Nerd, ou Dia do Orgulho Geek é uma iniciativa que advoga o direito de toda pessoa ser um nerd ou um geek. Teve origem na Espanha (“dia del orgullo friki”, em espanhol). O dia do orgulho nerd é celebradodesde 2006, comemorando a première do primeiro filme da série Star Wars, em 1977.

E quer filme mais nerd do que Star Wars? O interessante é que na década de 80, nerd era sinônimo de garoto inteligente de óculos, cabelinho estranho e virgem.

Os nerds que possuem mais de 30 irão se lembrar de filmes como A Vingança dos nerds. Além de quadrinhos como Homem Aranha, com nosso incrível herói Peter Parker, o mais poderoso nerd de todos os tempos.

Hoje, nerd é ser aquele cara que curte de tudo um pouco. Que gosta de ficção, quadrinhos, fantasia, joga RPG, God of Wars, vai bem (nem sempre) na escola e ainda tem tempo para sair com a galera e ter a gata dos sonhos (mesmo que não seja a Mary Jane), ao seu lado.

Os tempos mudaram, o mundo mudou, como diria as palavras de Senhor dos Anéis. Pois é. Ser nerd é viver seu mundo de maneira diferente. Ter uma trilha sonora para sua vida. Ter como exemplo quedas e retornos fantásticos como de Darth Vader.

Ter o orgulho de celebrar, rir e chorar no cinema. Aplaudir e entender aquela piada em Star Trek que o simples mortal apenas olhou e ficou te fuzilando de tanto rir.

Ser nerd é ter amigos que não foram conquistados. Simplesmente somos amigos. Não corremos atrás de outros fãs porque não curtem ou vestem a camisa de outra série. Tá tá… até brigamos sim. Mas com palavras em defesa de nossos personagens, de nossas séries.

Quem é melhor? Star Wars ou Star Trek? Como seria um encontro entre Kratos e Perseu?

E quando Bruce Wayne irá aparecer em Smallville? Isto é ser nerd. Ter tempo para sonhar e viver seus mais loucos gostos. E ainda ir trampar.

Eu me sinto como o bom e velho Indiana Jones. Sou professor de TI, formado em Geografia por causa do Indy e jornalista como Clark Kent. E os alunos me perguntam “uau você é professor?”. E eu respondo, me sentindo um verdadeiro Harrison Ford: “não, professor é meu hobby”.

Vida longa aos nerds!

 
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Publicado por em maio 25, 2010 em Curiosidades