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Arquivo mensal: novembro 2010

Supermercados querem reduzir 40% das sacolas plásticas até 2015

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) anunciou ontem a meta de reduzir em 40% o uso de sacolas plásticas nos supermercados de todo o País até 2015.

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Sacolinhas podem ser proibidas em São Paulo

Segundo a entidade, a iniciativa faz parte de um plano em consonância com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e visa a promover o consumo consciente. A Abras defende uma lei federal única para restringir o consumo das sacolas.

‘Vamos fazer a nossa parte. Mas é preciso que o Poder Público também faça a dele, criando uma lei federal única para disciplinar a utilização das sacolinhas e ações efetivas para incentivar a reciclagem’, diz Sussumu Honda, presidente da Abras.

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Publicado por em novembro 28, 2010 em Novidades

 

Carro elétrico completa o desafio de rodar do Alasca até a Argentina

O time britânico que se propôs a dirigir um carro elétrico do Alasca até a Argentina completou a sua jornada ontem, 18 de novembro. Foram 70 dias dirigindo e 140 dias viajando até chegar na cidade mais a sul do planeta, Ushuaia, em Tierra del Fuego, Argentina.

O objetivo da equipe era provar que carros elétricos não são lentos, podem ser atraentes e não tem alcance limitado.

O SRZero EV é um carro esporte com um motor-duplo de 400 bhp (potência de freio) e a velocidade máxima é de 124 mph (milhas por hora), podendo alcançar 60 mph em sete segundos. Ele é totalmente elétrico e é carregado por baterias de lítio-íon, o que o proporciona a rodar 241 km com uma única carga.

O veículo foi desenvolvido por um time da Imperial College London em parceria com a Radical Sportscars, em 2009, e levou dois anos para efetivar o projeto The Racing Green Endurance Challenge (o desafio de resistência da corrida verde).

A viagem que começou em julho em Prudhoe Bay, no Alasca, percorreu 14 países até o destino final e a maior dificuldade, segundo a equipe, foi encontrar lugares onde o carro pudesse ser recarregado.

A jornada irá virar uma série documental com oito partes e será apresentada a partir do dia 01 de janeiro de 2011, na BBC. Cada episódio será transmitido oito vezes a cada fim de semana pelos 220 países os quais possuem o canal.

– Educação

A equipe informou que o projeto The Racing Green Endurance Challenge visa, também, encorajar a próxima geração de cientistas e engenheiros a perceberem até onde a matemática e a ciência os podem levar.

Foto: Divulgação

 
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Publicado por em novembro 28, 2010 em Novidades

 

Google lança plugin que une Microsof Office e Google Docs

Não há dúvidas que o futuro da computação está realmente nas nuvens e o Google cada vez mais aposta neste norte, principalmente com seu espaço virtual e também pacote Office do Google Docs. Agora o gigante das buscas conseguiu lançar um plugin que une o pacote de trabalho mais vendido ao redor do mundo com um serviço na nuvem de extrema competência.

Se você achou interessante e ficou com vontade de baixar o plugin, calma que o Google ainda não liberou publicamente. Para participar do programa de testes, você tem que clicar aqui e preencher um formulário explicando o motivo de você estar interessado na novidade, para aí sim o Google enviar o arquivo. Após a instalação, você notará a adição de um menu na barra superior do Office, que dá acesso a versão do arquivo que você está editando, só que no Google Docs.

Além disso, quando você clica em “salvar” ele vai atualizando o arquivo online. O plugin é compatível com o Word, PowerPoint e Excel.

 
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Publicado por em novembro 23, 2010 em Novidades

 

Privacidade em risco

Ao contrário da crença de que, na internet, você é livre para fazer o que quiser e de graça, as ações mais corriqueiras têm um preço: comparar preços de um mesmo produto, deixar recados para amigos e procurar informações sobre um tópico de interessem custam sua privacidade.

A não ser que você seja neurótico, é muito provável que seu disco rígido, independente do sistema operacional que você use, esteja repleto de pequenos arquivos de texto, vindos da maioria dos endereços que você visitou. Esses arquivos, os cookies, registram o que você faz online e são usados pela maioria dos sites online para oferecer facilidades à sua audiência, como indicar produtos de que você talvez precise, destacar notícias ainda não lidas ou avisar sobre o post novo no blog que você costuma ler.

Mas o sistema tem dois lados: ao mesmo tempo em que facilitam a navegação, os cookies enviam dados sobre seus hábitos para empresas que, posteriormente, oferecerão a anunciantes um público-alvo mais preciso. Se seus hábitos online, colhidos pelos cookies e registrados pelos sites que você visita, indicam que seu perfil médio é o ideal para determinado produto, anúncios dos mais diversos sobre o lançamento daquele produto serão reproduzidos em diferentes sites no decorrer dos dias. A principal alegação de defesa do mercado é que a privacidade dos usuários não está em risco, já que a coleta de dados é anônima.

Esse comércio de dados pessoais colhidos é o ouro da publicidade online: quanto mais informações sobre você os anunciantes têm, maior é a precisão com que podem planejar campanhas publicitárias online. No meio dessa equação, quem lucra fazendo a ponte entre seus hábitos online e o anunciante são os sites, serviços online, redes de publicidade ou agências que vivem de coletar e repassar dados.

Como? Essas ?atravessadoras de informações pessoais? se filiam ao maior número possível de sites para registrar os passos do usuário em diferentes endereços e, assim, ter uma descrição bem detalhada. Com perfis de usuários montados a partir desse monitoramento, seja feito por um cookie ou um beacon (leia abaixo), é fácil para a agência empacotar os dados e oferecê-los a empresas que queriam comprar perfis genéricos (por exemplo, jovens do Sul do Brasil) ou bem específicos (menina de 15 anos de São Paulo que surfa).

Os bastidores desse mercado podem ter momentos sujos, como mostrou um especial publicado pelo jornal The Wall Street Journal (WSJ) chamado What they know (O que eles sabem, em tradução livre). A série de reportagens revelou tanto abusos por parte dos sites na hora de usar as tecnologias de monitoramento (ao visitar os 50 maiores sites dos EUA, usuários recebem, em média, 64 cookies de cada um deles) como de empresas envolvidas no ecossistema de coleta e comercialização de dados.

Uma delas é a Microsoft. Em reuniões internas no começo do desenvolvimento do Internet Explorer 8, o plano técnico era fazer que o navegador rejeitasse ferramentas de rastreamento. O plano, no entanto, foi descartado, em nome do potencial lucro que a companhia poderia ter ao permitir que o browser mais popular da internet aceitasse cookies e afins como padrão, o que facilitaria o monitoramento realizado pelas agências.

O MySpace também foi alvo de críticas quando foi descoberto que a rede social começou a vender dados pessoais de seus usuários, como posts, listas musicais, fotos e códigos postais. Os dados coletados – que antes eram apenas para uso interno – passaram a ser vistos pelo serviço, em dificuldades financeiras cada vez maiores nos últimos anos, como possível nova fonte de lucro e foram revendidos a quem pudesse se interessar.

Não foi a única vez em que o sigilo digital dos usuários foi quebrado. O WSJ também descobriu que uma das agências que coleta e vende dados pessoais, chamada RapLeaf, monitora milhões de norte-americanos de forma não anônima. Ainda que tenha admitido ao jornal não repassar os nomes para clientes, a RapLeaf repassou a campanhas publicitárias convencionais e políticas dados que poderiam identificar os usuários.

A polêmica iniciada após a revelação forçou a RapLeaf a mudar sua política de compartilhamento e ainda fez que políticos que usaram dados da agência durante suas campanhas eleitorais anunciassem publicamente que não seriam mais clientes dela.

No balanço entre usuários ainda pouco conscientes do problema e empresas que buscam novas formas de lucrar com dados pessoais, há uma lacuna na lei. No Brasil, há 20 projetos relacionados ao tema em trâmite, como o Marco Civil da Internet, mas não há legislação efetiva. Na Europa, há regras para o monitoramento: ele deve ser explícito, a revogação deve ser fácil e os dados devem ficar armazenado por tempo determinado. Nos EUA, a Justiça considera legal a instalação de cookies simples, mas ainda precisa deliberar sobre novas tecnologias de monitoramento.

+E-commerce

Você enche o carrinho virtual e sai do site. Não fosse o cookie, ao voltar, seu carrinho estaria vazio. Eles servem também dá dicas baseadas em compras anteriores

+Notícias

Cookies apontam os conteúdos mais lidos e como o leitor chegou ao site. Com eles, os sites podem indicar notícias ainda não lidas ou que podem agradar ao leitor

+Redes sociais

Usam cookies para que as definições do usuário sejam lembradas. Coletam dados para fins publicitários e registram a localização dos usuários

Com ou sem cookies

INTERNET EXPLORER | No menu Ferramentas, escolha Opções da Internet. Vá então a Histórico de navegação, na aba Geral, e a Configurações. Clique em Exibir arquivos para ver os cookies. Para bloqueá-los, volte à janela inicial e vá a Privacidade e Avançado.

FIREFOX | Em Preferências, clique na aba Privacidade e Excluir cookies em particular.

SAFARI | No menu Safari, clique em Preferências e na aba Segurança. Na opção Aceitar cookies, você pode bloquear todos, nenhum ou só os de terceiros ou anunciantes

CHROME | No menu Chrome, vá a Preferências. Clique em Nos Bastidores e no botão Definições de conteúdo. Então, vá ao menu Cookies e defina se os aceita ou não cookies ou para limpar todos eles.

Glossário

BEACON | Ferramenta que gerencia dados sobre o usuário e indica o que foi lido tanto em sites como em e-mails

BEHAVORIAL TARGETING | Termo para designar a prática de apresentar campanhas publicitárias baseadas no que o usuário costuma acessar

COOKIES | Arquivos de texto enviados ao PC do usuário para armazenar seus hábitos

SPYWARE | Softwares que se instalam no computador à revelia do usuário para monitorar seus hábitos tanto na internet como no próprio PC

/GUILHERME FELITTI

 
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Publicado por em novembro 23, 2010 em Dicas

 

Já existem mil vírus para Macs

A algum tempo atrás, os usuários de Mac – e também de Linux – zombavam dos PCs em questão de segurança, já que até então a existência de vírus para estes sistemas operacionais era absolutamente nula, mas como tudo que começa a se popularizar, também aumenta o número de pessoas com interesse em criar problemas.

Se pensarmos bem a fundo, o primeiro computador a ganhar um vírus, foi um Mac! Sim, um Apple II que recebeu em 1982 o vírus Elk Cloner, o PC receberia pela primeira vez somente em 1986. Mas depois disso, o primeiro vírus para Mac OS X só foi aparecer em 2006, um tempo realmente gigantesco de tranquilidade para quem tem um computador da Apple.

Parte desta calmaria é explicada pela baixa adesão do mundo aos computadores da maçã, por seu preço alto. Afinal, quem vai criar um vírus para atingir 5% de todos os computadores? Mas de uns tempos pra cá, a Apple aumentou sua publicidade, atacando principalmente os estudantes, e também baixou o preço dos computadores, fazendo com que mais pessoas comprassem um Mac ao invés de um PC.

Segundo Carole Theriault, consultora de segurança sênior da Sophos, que é uma das opções de Antivírus existentes no mercado, há mil variações de vírus feitos para Mac, mas há rumores que este número aumentou em um dígito. Claro que este aumento é consequência direta do aumento das vendas.

Se você é usuário de Mac e está um pouco amedrontado, há opções de Antivírus de empresas como McAfee e ESET (responsável pelo NOD32). Mas lembramos que, tanto para Macs como para PCs, o melhor antivírus é o usuário. Confira abaixo um vídeo feito sobre vírus no Mac, agora existe sim.

 
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Publicado por em novembro 22, 2010 em Novidades

 

1 a cada 8 ataques a PCs vem de dispositivos USB

Um a cada oito ataques a computadores está sendo feito através de dispositivos USB, de acordo com a empresa de software de segurança Avast. O foco do ataque é a função AutoRun do Windows, que executa automaticamente uma ação padrão caso o usuário não escolha uma em determinado período de tempo.

Segundo a empresa, o número de ataques de malwares visando o AutoRun e dispositivos USB vem crescendo: 700 mil ataques desse tipo foram registrados na comunidade de usuários que utiliza o anti-vírus Avast durante a última semana de outubro. Destes, 12.5% chegaram ao computador através de dispositivos USB.

Quando o dispositivo está infectado, um arquivo executável é iniciado no computador para facilitar a entrada de malware no sistema.

Para evitar que isso aconteça, nunca ligue o computador com um dispositivo USB já conectado. Isso evita que o sistema possa carregar o dispositivo infectado antes de um programa antivírus. Além disso, antes mesmo de abrir as pastas do dispositivo no computador, realize uma análise no conteúdo para verificar se não há qualquer malware.

 
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Publicado por em novembro 16, 2010 em Dicas

 

Lego Digital Designer: crie seus projetos com o Lego virtual!

Lego Digital Designer: crie seus projetos com o Lego virtual!
Software gratuito permite a você criar praticamente qualquer coisa com pecinhas virtuais de Lego em seu computador

Quem não gosta de Lego? O brinquedo de pecinhas, criado por uma empresa familiar dinamarquesa na década de 1930, tornou-se conhecido mundialmente a partir da década de 1960 e desde então encanta, mata o tempo e distrai de crianças a adultos.

O Lego Digital Designer é um software gratuito que permite a você criar praticamente qualquer coisa com pecinhas virtuais de Lego em seu computador, seja PC ou Mac. Seja bem vindo a um mundo virtual onde todos os seus projetos imaginários podem se tornar reais na tela de seu computador!

Basta imaginar, pegar uma pecinha aqui, outra ali e juntar os tijolinhos para formar casas, carros, prédios, robôs, animais, naves espaciais e o que sua imaginação mandar!

Você projeta e constrói suas criações a partir do programa, na tela do computador. É possível construir absolutamente tudo o que imaginar com os tijolinhos virtuais de LEGO. Depois de ter sua criação pronta, como um protótipo no computador, você pode comprar os tijolinhos de verdade que compõem o que você imaginou e criou!

Para isso, basta acessar a Lego Factory, a loja da LEGO online e fazer o pedido das peças necessárias. Ou então, você pode imprimir todo o inventário de tijolinhos para construir com peças que você possivelmente já tenha em casa. Quer experimentar? É só clicar aqui e baixar o Lego Digital Designer, gratuitamente.

Fonte: Olhar Digital

 
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Publicado por em novembro 16, 2010 em Curiosidades, Novidades