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EIA/TIA-568-B

EIA/TIA-568-B é o conjunto de três padrões de telecomunicações da Associação das Indústrias de Telecomunicações. Os padrões são relacionados ao cabeamento de edifícios comerciais para produtos e serviços de telecomunicações. Os três padrões são ANSI/EIA/TIA-568-B.1-2001 formalmente chamado de, -B.2-2001, e -B.3-2001.

Os padrões EIA/TIA-568-B foram publicados em 2001. Eles substituem o padrão EIA/TIA-568-A um conjunto de padrões que atualmente está obsoleto.

A norma é muito conhecida pela característica do cabeamento EIA/TIA-568-B.1-2001 que são 8 condutores de fios 100-ohm balanceados e trançados. Estes condutores são nomeados T568A e T568B, e freqüentemente se refere (erroneamente) como EIA/TIA-568A e EIA/TIA-568B.

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Publicado por em junho 10, 2010 em Aulas

 

Tipos de par trançado

Existem dois tipos básicos de cabos par trançado:

UTPUnshielded Twisted Pair – Par trançado sem blindagem.

Este é sem duvida o cabo mais utilizado neste tipo de rede, o cabo UTP é de fácil manuseio, instalação e permite taxas de transmissão em até 100 Mbps com a utilização do cabo CAT 5 são usados normalmente tanto nas redes domesticas como nas grandes redes industriais e para distancias maiores que 150 metros hoje em dia é utilizados os cabos de fibra ótica que vem barateando os seus custos.

STPShielded Twisted Pair – Par trançado com blindagem.

O cabo brindado STP é muito pouco utilizado sendo basicamente necessários em ambientes com grande nível de interferência eletromagnética. Deve-se dar preferência a sistemas com cabos de fibra ótica quando se deseja grandes distâncias ou velocidades de transmissão, podem ser encontrados com blindagem simples ou com blindagem par a par.

 

Os cabos UTP foram padronizados pelas normas da EIA/TIA com a norma 568 e são divididos em 5 categorias, levando em conta o nível de segurança e a bitola do fio, onde os números maiores indicam fios com diâmetros menores, veja abaixo um resumo simplificado dos cabos UTP.  

Tipo Uso
Categoria 1 Voz (Cabo Telefônico) São utilizados por equipamentos de telecomunicação e não devem ser usados para uma rede local
Categoria 2 Dados a 4 Mbps (LocalTalk)
Categoria 3 Transmissão de até 16 MHz. Dados a 10 Mbps (Ethernet)
Categoria 4 Transmissão de até 20 MHz. Dados a 20 Mbps (16 Mbps Token Ring)
Categoria 5 Transmissão de até 100 MHz. Dados a 100 Mbps (Fast Ethernet)

 

PINAGEM

NÚMERO DOS PINOS DESTINAÇÃO
1 TD+   Transmite dados
2 TD-    Transmite dados
3 RD+   Recebe dados
6 RD-    Recebe dados
4, 5, 7, 8 Reservados ( não utilizados )

CONECTOR RJ-45 ( TOMADA )
PINAGEM

CONECTOR RJ-45 MACHO PARA MONTAGEM

CONECTOR RJ-45 MONTADO

A seqüência de cores na prática não é importante mas a norma EIA/TIA 568A determina:
branco e verde, verde, branco e laranja, azul, branco e azul, laranja, branco e marrom, marrom.
Essa seqüência deve ser usada pra ligar um computador a um hub. Se você quer ligar dois computadores diretamente deve ter o cuidado de inverter os fios 1 de um conector com o 3 do outro e o 2 de um com o 6 do outro.

 

Conectorização  T568A (Strainght Through) para 10BaseT e 100BaseT

cor pino função cor
1 + TD Vd/Br
2 – TD Verde
3 + RD Lr/Br
4 N/Utilizado Azul
5 N/Utilizado Az/Br
6 – RD Laranja
7 N/Utilizado Mr/Br
8 N/Utilizado Marrom
Esquema de ligação sem cruzamento algum (Strainght Through) conforme norma EIA/TIA 568A “Este é o esquema de ligação mais utilizado em todo o mundo”

Conectorização  T568B (Half Cross) para 10BaseT e 100BaseT

cor pino função cor
1 + TD Lr/Br
2 – TD Laranja
3 + RD Vd/Br
4 N/Utilizado Azul
5 N/Utilizado Az/Br
6 – RD Verde
7 N/Utilizado Mr/Br
8 N/Utilizado Marrom
Esquema de ligação com cruzamento parcial de T568A
(Half Cross) conforme norma EIA/TIA 568A  
 
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Publicado por em junho 10, 2010 em Aulas

 

Comandos básicos do MS-DOS

DATE – C:\>date

Comando que atualiza a data do sistema operacional. Digite date e o sistema informará a data atual e pedirá a digitação da nova data no formato dd-mm-aa (dia, mês e ano), por exemplo: 21-05-10.

TIME – C:\>time

Semelhante ao comando date, só que time modifica a hora do sistema operacional em vez da data. A hora deve ser informada pelo usuário no formato hh:mm:ss (hora, minuto e segundos), por exemplo: 19:40:34.

VER – C:\>ver

Comando que exibe o número da versão do sistema operacional que está sendo utilizado.

DIR

Comando que mostra a lista de arquivos de um diretório. Essa instrução pode conter alguns parâmetros, entre eles:

/P – lista o diretório com pausas para quando a quantidade de arquivos é grande o suficiente para que não possa ser exibida de uma só vez na tela;

/W – lista o diretório organizando a visualização na horizontal;

/S – exibe não só o conteúdo do diretório atual como também o conteúdo das pastas deste;

/? – use essa instrução para conhecer todos o parâmetros do comando dir.

O comando dir também poder apresentar três informações bastante importantes depois de listar o conteúdo da pasta: o número de arquivos contidos no diretório corrente, o espaço em disco ocupado por estes arquivos e o espaço disponível no disco.

Exemplo: c:\windows\dir

Aqui o “dir” irá mostrar todos os subdiretórios (subpastas) do diretório Windows.

CLS – C:\>cls

Comando que “limpa” a tela, isto é, elimina as informações exibidas até então e deixa o cursor no canto superior esquerdo.

CD

Comando que muda o diretório corrente para outro a partir da pasta atual. Exemplos:

C:\>cd infowester – entra no diretório infowester.

C:\>cd infowester\hardware – alterna para o diretório hardware, que está dentro de infowester.

C:\>cd – indica o caminho (path) atual.

Digite CD acompanhado de dois pontos para voltar ao diretório anterior ao atual. Por exemplo, para sair de hardware e ir para infowester estando dentro deste último, basta digitar:

C:\>infowester\hardware>cd..

RD – Remove Diretório (apaga o DIRETÓRIO e não arquivos)

Comando que remove um diretório a partir da unidade corrente. O diretório somente será eliminado se não houver nenhum arquivo ou pasta em seu interior.

MD – Cria um Diretório

Comando que cria um diretório a partir da pasta corrente com o nome especificado, por exemplo:

C:\>md simpsons – cria a pasta simpsons em C:\;

C:\>mkdir simpsons\lisa – cria a pasta lisa dentro de C:\simpsons.

COPY – Copia (se usar o comando MOVE, ele moverá)

Comando que copia um arquivo ou grupo de arquivos de uma pasta para outra. Para isso, o usuário deve digitar o comando copy mais sua localização atual e, em seguida, seu caminho de destino. Por exemplo, para mover o arquivo infowester.doc de c:\hardware\ para d:\artigos\ basta digitar:

C:\>copy c:\hardware\infowester.doc d:\artigos

Note que, com este comando, também é possível utilizar asterisco (*) para substituir caracteres. Por exemplo:

C:\>copy c:\*.doc c:\aulas\software – esse comando copia todos os arquivos que terminam em .doc de C:\ para C:\aulas\software.

 
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Publicado por em junho 1, 2010 em Aulas

 

Voltamos a programação normal

Dizem que reclamar, gritar ou até mesmo somente falar não adianta nada. Que quando o mundo “é assim mesmo”, então deixa para lá e segue como deve ser.

Bem, não é bem assim. Esta semana tivemos o problema, pequeno, mas que se tornou grande. Um problema de reclamação de um ou dois alunos que quase bagunçou a vida de tantos.

Algumas pessoas não percebem, ou não querem ver, que toda atitude que tomamos, repercute na vida de alguém.

Mas não vamos filosofar. O importante é que a reclamação de uma sala inteira, e de muitos outros alunos foi o bastante para retornarmos nossa programação normal de aulas, com a saída no próximo final de semana para o Museu do Computador e a continuidade do blog para os alunos.

É isso aí! Que isto sirva de lição para todos. Se nos calamos, jamais saberemos se existe alguém para nos escutarmos do outro lado da ponte, ou se existe alguém na outra estrada. E assim seguimos.

 
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Publicado por em maio 29, 2010 em Aulas

 

ATENÇÃO: Cancelamento do uso do blog

Bem turma! Foi bom enquanto durou. Infelizmente, peço desculpas por ter perdido meu tempo e o de vocês com esta ferramenta para tentar melhorar as aulas e o dinamismo. Como alguns alunos reclamaram sobre esta utilização assim como dos vídeos – que são totalmente fora do contexto das aulas e não representam melhorias -, seguiremos somente com as aulas normais. Sou um profissional contratado e não vou ficar tomando advertências verbais por causa de um ou dois alunos que reclamam. Como sempre teremos um ou dois que reclamam e mandam mais do que o restante, só me resta acatar a estes. O provérbio “o bem da maioria sobrepõe a da minoria, ou a apenas a de um” não é válido. Pensei que poderia melhorar o lado profissional e humano de cada um, mas isto é errado. O correto é seguir somente com as aulas e pronto. Os alunos que quiserem algo a mais sobre profissões e novas tecnologias, modo de trabalho e outras informações adicionais, por favor, continuem por si. Aproveitando. Como das outras vezes também tive reclamações de alguns alunos sobre levarem vocês a locais como Estação Ciência ou Palestras para tentar melhorar o conhecimento e trazer o aluno para mais próximo da escola, o passeio que estávamos marcando para o Museu do Computador está CANCELADO. Caso algum aluno deseje ir, procure no site. As outras dicas de passeios para TI e Hardware, também estão CANCELADAS. Novamente, o aluno que quiser mais informações, busque-as.

Abaixo deixo um texto sobre a “inutilidade” desta ferramenta de trabalho chamado blog.

Ah, e por favor, o trabalho deve ser entregue impresso sobre Dinheiro vs Dinheiro de Papel. Não será mais aceito nenhum trabalho via e-mail, pen-drive ou qualquer outro tipo de mídia. Somente IMPRESSO.

Sete motivos para um professor criar um blog

A intenção é trazer para cá algumas das idéias
que a gente vê perdidas pelo mundo — real ou virtual

(Blog de Nelson Vasconcelos)

Nesse mundo da tecnologia, inventam-se tantas novidades que realmente é difícil acompanhar todas as possibilidades de trabalho que elas abrem para um professor. Recentemente, surgiu mais uma: o blog.Mas o que vem a ser isso? Trata-se de um site cujo dono usa para fazer registros diários, que podem ser comentados por pessoas em geral ou grupos específicos que utilizam a Internet. Em comparação com um site comum, oferece muito mais possibilidades de interação, pois cada post (texto publicado) pode ser comentado. Comparando-se com um fórum, a discussão, no blog, fica mais centrada nos tópicos sugeridos por quem gerencia a página e, nele, é visualmente mais fácil ir incluindo novos temas de discussão com freqüência para serem comentados.

Esse gênero foi rapidamente assimilado por jovens e adultos do mundo inteiro, em versões pessoais ou profissionais. A novidade é tão recente; e o sucesso, tamanho, que em seis anos, desde o início de sua existência, em 1999, o buscador Google passou a indicar 114 milhões de referências quando se solicita a pesquisa pelo termo “blog”, e, só no Brasil, aparecem 835 mil resultados hoje. No mundo acadêmico, por sua vez, esse conceito ainda é praticamente desconhecido. O banco de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) não apresenta nenhuma referência sobre o tema e, mesmo em buscas internacionais, são pouquíssimos os trabalhos a respeito do que se pode fazer com um blog nas escolas. Todas as referências encontradas estão no pé deste artigo.

Não é à toa que tantos jovens e adultos começaram a se divertir publicando suas reflexões e sua rotina e que tantos profissionais, como jornalistas e professores, começaram a entrar em contato com seu público e seus alunos usando esse meio de comunicação. No blog, tudo acontece de uma maneira bastante intuitiva; e não é porque a academia ainda não disse ao professor que ele pode usar um blog que essa forma de comunicação deve ser deixada de lado. Com esse recurso, o educador tem um enorme espaço para explorar uma nova maneira de se comunicar com seus alunos. Vejamos sete motivos pelos quais um professor deveria, de fato, criar um blog.

1-     É divertido

É sempre necessário termos um motivo genuíno para fazer algo e, realmente, não há nada que legitime mais uma atividade que o fato de ela ser divertida. Um blog é criado assim: pensou, escreveu. E depois os outros comentam. Rapidamente, o professor vira autor e, ainda por cima, tem o privilégio de ver a reação de seus leitores. Como os blogs costumam ter uma linguagem bem cotidiana, bem gostosa de escrever e de ler, não há compromisso nem necessidade de textos longos, apesar de eles não serem proibidos. Como também é possível inserir imagens nos blogs, o educador tem uma excelente oportunidade de explorar essa linguagem tão atraente para qualquer leitor, o que aumenta ainda mais a diversão. O professor, como qualquer “blogueiro”, rapidamente descobrirá a magia da repercussão de suas palavras digitais e das imagens selecionadas (ou criadas). É possível até que fique “viciado” em fazer posts e ler comentários. 

2-     Aproxima professor e alunos

Com o hábito de escrever e ter seu texto lido e comentado, não é preciso dizer que se cria um excelente canal de comunicação com os alunos, tantas vezes tão distantes. Além de trocar idéias com a turma, o que é um hábito extremamente saudável para a formação dos estudantes, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio de seus blogs. Já pensou se eles puderem se comunicar com o seu professor dessa maneira? O professor “blogueiro” certamente se torna um ser mais próximo deles. Talvez, digital, o professor pareça até mais humano.

3-     Permite refletir sobre suas colocações

O aspecto mais saudável do blog, e talvez o mais encantador, é que os posts sempre podem ser comentados. Com isso, o professor, como qualquer “blogueiro”, tem inúmeras oportunidades de refletir sobre as suas colocações, o que só lhe trará crescimento pessoal e profissional. A primeira reação de quem passou a vida acreditando que diários devem ser trancados com cadeado, ao compreender o que é um blog, deve ser de horror: “O quê? Diários agora são públicos?”. Mas pensemos por outro lado: que oportunidade maravilhosa poder descobrir o que os outros acham do que dizemos e perceber se as pessoas compreendem o que escrevemos do mesmo modo que nós! Desse modo, podemos refinar o discurso, descobrir o que causa polêmica e o que precisa ser mais bem explicado ao leitor. O professor “blogueiro” certamente começa a refletir mais sobre suas próprias opiniões, o que é uma das práticas mais desejáveis para um mestre em tempos em que se acredita que a construção do conhecimento se dá pelo diálogo.

4-     Liga o professor ao mundo

Conectado à modernidade tecnológica e a uma nova maneira de se comunicar com os alunos, o educador também vai acabar conectando-se ainda mais ao mundo em que vive. Isso ocorre concretamente nos blogs por meio dos links (que significam “elos”, em inglês) que ele é convidado a inserir em seu espaço.  Os blogs mais modernos reservam espaços para links, e logo o professor “blogueiro” acabará por dar algumas sugestões ali. Ao indicar um link, o professor se conecta ao mundo, pois muito provavelmente deve ter feito uma ou várias pesquisas para descobrir o que lhe interessava. Com essa prática, acaba descobrindo uma novidade ou outra e tornando-se uma pessoa ainda mais interessante. Além disso, o blog será um instrumento para conectar o leitor a fontes de consulta provavelmente interessantes. E assim estamos todos conectados: professor, seus colegas, alunos e mundo.

5- Amplia a aula

Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Aquilo que não foi debatido nos 45 minutos que ele tinha reservados para si na escola pode ser explorado com maior profundidade em outro tempo e espaço. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Mesmo que não caia na prova.

6-     Permite trocar experiências com colegas

Com um recurso tão divertido em mãos, também é possível que os colegas professores entrem nos blogs uns dos outros. Essa troca de experiências e de reflexões certamente será muito rica. Em um ambiente onde a comunicação entre pares é tão entrecortada e limitada pela disponibilidade de tempo, até professores de turnos, unidades e mesmo escolas diferentes poderão aprender uns com os outros. E tudo isso, muitas vezes, sem a pressão de estarem ali por obrigação. (É claro que os blogs mais divertidos serão os mais visitados. E não precisamos confundir diversão com falta de seriedade profissional.)

7-     Torna o trabalho visível

Por fim, para quem gosta de um pouco de publicidade, nada mais interessante que saber que tudo o que é publicado (até mesmo os comentários) no blog fica disponível para quem quiser ver. O professor que possui um blog tem mais possibilidade de ser visto, comentado e conhecido por seu trabalho e suas reflexões. Por que não experimentar a fama pelo menos por algum tempo?

 
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Publicado por em maio 27, 2010 em Aulas

 

Inproprietário O mundo do software livre – parte 2

“Inproprietário O mundo do software livre” é um projeto experimental, trabalho de conclusão do curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo dos ex-alunos Jota Rodrigo (Johnata Rodrigo de Souza) e Daniel Pereira Bianchi do Centro Universitário FIEO UNIFIEO.

 
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Publicado por em maio 22, 2010 em Aulas

 

Museu do Computador Inaugurado na Santa Ifigênia

O Museu do Computador finalmente tem uma sede fixa no centro da cidade, localizado no bairro da Santa Ifigênia em São Paulo o Museu do Computador está aberto para visitações que podem ser realizadas das 10:00 as 17:00 sem horário marcado. O preço é de R$ 2,00 sem monitoração e de R$ 5,00 com monitoração. Escolas, faculdades, empresas podem marcar horário com antecedência para serem agendadas as visitas. O endereço da galeria é Rua dos Andradas número 237.

PS.: Estamos verificando a possibilidade de levar os alunos no local.

Veja a matéria no site do Globo.com

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1268168-7823-MUSEU+DO+COMPUTADOR+E+OPCAO+DE+PROGRAMA+PARA+FIM+DE+SEMANA,00.html

 
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Publicado por em maio 22, 2010 em Aulas, Dicas